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raiva: reprodução da internet

Apesar da redução, raiva humana transmitida pelos cães ainda preocupa as autoridades sanitárias do mundo todo. Apenas 3 casos foram registrados em 2019.

“Vamos acabar com a raiva: vamos colaborar e vacinar” é o lema do Dia Mundial contra a Raiva 2020; dia 28 de setembro foi um dia marcado para promover por meio de campanhas a conscientização da população mundial sobre os perigos da doença. As autoridades sanitárias querem com isso conscientizar sobre a importância da vacinação canina no sentido de eliminar a doença do continente.

Raiva Canina

Infecciona, grave, de forma aguda, a raiva canina é causada por um vírus que acomete os mamíferos, principalmente os seres humanos. Ela é transmitida principalmente por meio de mordida de animais doentes com a infecção.

Os lugares, tal como cidades ou zona rural onde já teve algum registro da doença é considerado área de risco, para esses locais já foram criadas ferramentas de combate e controle para a prevenção da doença.

Ainda, segundo o ministério da saúde a doença no Brasil está sob controle, porém, deve se tomar todo cuidado, principalmente com a prevenção, porque a pessoa infectada com a doença tem um tratamento doloroso, caro e, em 100% dos casos a doença é fatal.

Com tudo isso, apenas 1 ou 2 casos de raiva em um local é considerado “surto“, tamanha a gravidade da doença.

Fonte: ministério da saúde;

Fonte: OPAS/OMS

Sintomas da raiva em humano

  • Alterações de comportamento – Confusão mental, desorientação, agressividade e alucinação;
  • Espasmos ao sentir água o vento – hidrofobia;
  • Mal-estar geral;
  • Aumento de temperatura corporal
  • Náuseas
  • Dor de garganta

Fonte: G1

Animais transmissores de raiva

Os morcegos são os principais animais entre os mamíferos na transmissão da raiva para humanos em regiões silvestres. Porém, temos que estar sempre atentos, porque todos os mamíferos como gatos, cachorros, tatus, gato, cavalo, gambas etc., são potencialmente transmissores da doença.

O Dr. Otelo Rigato Junior, infectologista do Hospital Sírio Libanês disse que morcegos não-hematófagos em áreas humanas por acidentes são transmissores da raiva. Ele ainda disse que se tiver um morcego dentro de casa o melhor é não manipular e, chamar ás autoridades sanitárias para fazer a remoção do mesmo ou, em casos especiais os bombeiros estão preparados para isso.

“Ao depararmos com um caso de morcego dentro de casa, devemos evitar o contato com o animal e chamar auxílio de bombeiros ou guarda civil”, sugere o médico.

Além da mordida, a raiva pode ser transmitida quando animais infectados arranham ou lambem feridas abertas das pessoas.

Fonte: Hospital Sírio Libanês

Conheça alguns dos sintomas da raiva

O período de incubação da raiva, ou seja, o tempo médio entre a infecção e o surgimento de sintomas, pode variar de duas semanas a três meses. No início, a doença se apresenta por meio de:

  • Mal-estar geral.
  • Pequeno aumento de temperatura ou febre.
  • Perda de peso anormal.
  • Dor de cabeça.
  • Náuseas.

Se você foi mordido por um animal mamífero e sentiu qualquer um desses sintomas, procure ajude médica imediatamente.

Após esse quadro inespecífico da doença, a pessoa infectada pode apresentar um ou mais dos seguintes sintomas:

  • Irritabilidade.
  • Agitação progressiva.
  • Delírios.
  • Espasmos musculares involuntários.
  • Convulsões.
  • Paralisia muscular.

Por conta desses sintomas neurológicos, a doença recebeu o nome de raiva. Outro sintoma característico da doença é a hidrofobia (aversão a água). “Quando a pessoa infectada vê ou tenta ingerir líquido, ela apresenta espasmos, hipersalivação, diarreia e vômitos”, descreve o Dr. Chaves Netto.

Como se prevenir contra a raiva

Se você for atacado por um animal desconhecido, lave com água corrente e sabão, se for possível observe se o animal parou de comer; se adquiriu algum comportamento estranho, ficou agressivo e procure cuidados médicos para que possa ser feito o acompanhamento, normalmente são os centros de referencia e imunubiológicos Especiais (Crie).

Por Daniel Dantas/Semanário Brasil

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